O estudo explora como o exercício físico pode afetar positivamente a saúde cerebral, principalmente em indivíduos mais velhos, contribuindo para a prevenção e atenuação do declínio cognitivo associado ao envelhecimento.
A pesquisa aborda a crescente evidência científica que sugere que a prática regular de exercício físico pode melhorar a cognição e reduzir o risco de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e demência.
A dissertação explora os mecanismos pelos quais o exercício pode melhorar a função cognitiva, destacando a interação entre o sistema músculo-esquelético e o sistema nervoso central.
O autor sugere que o exercício físico, especialmente os tipos que combinam componentes aeróbicos e de força, pode promover adaptações neuroplásticas no cérebro, melhorando a memória, a atenção e outras funções executivas.
A dissertação também discute a importância da manutenção da atividade física ao longo da vida, enfatizando que a atividade física regular pode ser uma ferramenta eficaz não apenas para manter a saúde física, mas também para preservar e até melhorar a função cognitiva dos idosos.
O estudo conclui que a prática de exercício físico deve ser promovida como uma estratégia essencial para a promoção da saúde e bem-estar dos idosos, com o objetivo de retardar os efeitos negativos do envelhecimento no cérebro.
Pedro de Matos, P. T. R. (2018). O impacto da prática de exercício físico na função cognitiva do idoso: interação entre músculo esquelético e sistema nervoso (Masters thesis, Universidade de Coimbra (Portugal)).
